08 dezembro 2010

Minha Rainha!


Minha rainha, eu não te odeio. Raiva não é o sentimento que permeia meu peito agora, seria insuficiente e infundado. Digo que, à partir daquele exato momento quando tudo se desvendou diante de meus olhos como um véu que é tirado, o único sentimento que se sobressaltou foi de tristeza. Uma tristeza profunda, rispida, seca, cortante e marcante por um longo tempo.

Minha fé, minha dedicação e meu amor por você e por tudo que pudesse fazer parte de seu Universo sempre foram reais e palpáveis, e principalmente inquestionáveis. Achei realmente que tudo o que me foi imposto foi desnecessário e até que eu consiga enxerga, ou que me seja mostrado que eu estava errado, vou continuar mantendo minha opinião.

Não existe palavra neste mundo, seja lá em que língua for que possa descrever o amor e a felicidade que eu sentia nos momentos em que estava próximo a mim. Sempre aberto a você e às suas solicitações, imposições  e decisões, mas desta vez foi demais. O baque foi forte demais e sofro calado, dia após dia, hora após hora, minuto após minuto, segundo por segundo essa tristeza me atormenta e me corrói as vísceras.

Hoje, perante ao céu, ao inferno e diante de todas as ésferas dimensionais possíveis e existentes no Universo, eu afirmo que meu único sentimento é de tristeza. Rogo à quem quer que seja para que me mostre que eu estou errado, que me dê çforça para superar mais esta abrupta ruptura de laços carnais, espirituais e dimensonais. Estou aqui, só esperando, só, só e tão somente só e sozinho.

Porém, de uma coisa, minha Rainha, não se deve duvidar. Que é do meu amor por ti!